Companheiro tanto no verão quanto no inverno, o “cafézinho” é muito bem vindo em diversos momentos, e, garanto que você, estando em casa ou no trabalho, só de ler esse texto já consegue sentir, lá no fundo, o delicioso aroma do café, que, por si só, já nos deixa com água na boca.

Delicioso no café da manhã, para dar aquela despertada (principalmente nos dias frios, em que a preguiça é um pouco maior), há quem não o dispense após o almoço, principalmente aos domingos com a família. E o “pretinho”, é indispensável também no café da tarde, com pães, bolos, e aquele bom bate-papo resumindo o dia.

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Quando o assunto é café, vale a pena explorar e experimentar as novidades, e para quem se interessou, em Quiririm o Massas Quiririm – Café, que fica na Av. Cel. Marcondes de Mattos, a Avenida principal do Distrito, se encontra, além de massas, salgados, sorvetes, diversos tipos de café, como: Café expresso, Capuccino, Café com leite, Café aromatizado e Café macchiato, além do Chocolate quente e chás. Esses cafés variam na faixa de R$ 2,80 a R$ 4,80 e é uma boa pedida para quem passa por Quiririm.

Uma outra opção para quem quer um café da manhã, ou da tarde, especial é o Leite na Pista, que fica na estrada Taubaté-Campos do Jordão, Km 10, conta com uma belíssima vista,  e serve, entre diversas opções, o Café à Moda da Casa (que é um café cremoso, que custa entre R$ 3,80 a R$ 6,00), além das opções Capuccino, Café expresso, Café com leite, Chocolate quente, Leite com mel e canela, que podem ser acompanhados pelas especialidades da casa, que são bolos, arroz doce, panqueca, pão de queijo, e agora também com a tapioca, entre diversas outras opções, que variam de R$ 3,50 a R$ 9,00. 

E o café não fica só na bebida, o “Tiramisú”, que é servido em algumas das tradicionais Cantinas de Quiririm, entre elas a Cantina Gadioli, que fica na Rua Sebastião Costa Manso, nº 51 (ao lado do Museu da Imigração Italiana), é um dos mais requisitados doces provenientes do grão. E aqui vai a receita da Cantina Gadioli desse delicioso doce feito de café:

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Tiramisú Cantina Gadioli – Foto: Douglas Castilho/Quiririm News

Tiramisú

Ingredientes:

Para o preparo da calda da bolacha:
– 600ml de café  expresso;
– 30g de cravo;
– 5g de canela;
– 100g de acúcar;
– 200ml de conhaque;
– 150ml de creme de cacau
– 3 pacotes de bolacha champanhe

Para o preparo do chantilly:
– 1 litro de chantilly ( creme de leite fresco);
– 250g de açúcar;

Para o preparo do creme:
– 8 Unidades de clara;
– 8 Unidades de gema
– 3ml de baunilha;
– 600g de glaçucar;
– 200g de mascarpone
– 1 colher de sopa de conhaque

Modo de preparo 

-Em uma tigela adicione o café ( já frio), o cravo, a canela, o açúcar, o conhaque e creme de cacau. Mexa delicadamente e reserve.
-Bata o chantilly e o açúcar até ficar consistente e reserve.
-Bata as claras a ponto de neve e também reserve. Em outro recipiente, misture as gemas, o conhaque e a baunilha.  Adicione o glaçucar e o mascarpone e misture bem.  Adicione o chantilly e misture delicadamente. Por último adicione as claras em neve.

Para montagem do doce: Coloque uma camada de 35g creme. Depois molhe a bolacha na calda e coloque por cima desse creme. Adicione mais uma camada de creme e por último polvilhe 8g de café e 8g de canela.

História:

Depois de sua chegada em 1727, o café foi conquistando aos poucos um lugar no coração do Brasil. Durante anos na história brasileira, segundo o portal www.revistacafeicultura.com.br o grão foi um dos grandes impulsionadores econômicos do País, principalmente na época do Segundo Reinado. O plantio de café foi tomando conta do território brasileiro a partir do Pará, chegando ao Vale do Paraíba, passando pelo Rio de Janeiro.

Aqui no Vale o ciclo do café se estabeleceu com força em Taubaté, e aos poucos foi enfraquecendo após o fim da escravidão, deixando, porém, um legado.

O consumo do tradicional “cafezinho” no Brasil, que é o maior produtor mundial e segundo maior consumidor, teve estimativa de mais de 700 mil toneladas em 2014.

Curiosidades:

O famoso café expresso, conta com duas curiosidades: a primeira em relação à grafia, café “expresso”, que significa rápido, mas que também pode ser escrita de outra forma, “espresso”, que, com raiz europeia, mesmo não constando nos dicionários da língua portuguesa, faz relação a ser feito sob pressão. Além disso, outra curiosidade está no preparo, que conta com grãos da linha “Blend”, uma mistura entre café natural e café cereja descascado, buscando o equilíbrio perfeito e proporcionando um resultado suave, encorpado e sem amargura.

 

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