
Análise foi realizada pelo Instituto Adolfo Lutz, do Governo do Estado de São Paulo - Foto: Divulgação/Secretária de Estado da Saúde
O exame patológico realizado no corpo de Bryan Ceconi, de 9 anos, que faleceu no último dia 8 de março, morador de Quiririm, não detectou a presença de doenças preexistentes ou condições patológicas que pudessem explicar a morte. A análise realizada pelo Instituto Adolfo Lutz, do Governo do Estado de São Paulo, era uma das etapas da investigação conduzida pela Polícia Civil, que segue apurando o caso como morte suspeita. Foram feitos testes para dengue, zika, chikungunya, vírus respiratórios e meningite, sendo todos os resultados informados como não detectáveis.