Imagem Ilustração: Vírus do Sarampo em 3D

A Prefeitura de Taubaté divulgou na tarde dessa terça-feira (16), que uma mulher de 54 anos é a primeira paciente diagnosticada com sarampo na cidade em mais de 20 anos de monitoramento da doença na cidade.

A vítima é moradora da região da Vila São José e o quadro dela em relação ao sarampo é estável e seu estado de saúde é monitorado. A suspeita foi notificada em maio e o caso confirmado este mês após exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz.

O esposo, filho e neto da mulher diagnosticada com sarampo receberam reforço da vacina. Além da ação na família, a prefeitura realizou após a confirmação do caso, em julho, a ação de bloqueio vacinal na rua onde mulher reside, com um total de 101 pessoas vacinadas.

Casos suspeitos:

Atualmente, outros seis casos suspeitos são investigados pela Vigilância Epidemiológica em Taubaté. Em todas estas situações, foram realizadas ações de bloqueio vacinal nas regiões onde foram notificados os casos suspeitos.
1 – Bebê do sexo masculino de seis meses, morador do São Gonçalo
2 – Homem 28 anos, morador da Vila Marli
3 – Menina de três anos, moradora das Chácaras Reunidas
4 – Homem de 48 anos, morador do Jardim Continental
5 – Homem de 18 anos, morador do Piracangaguá
6 – Mulher de 24 anos, moradora do jardim Califórnia

Prevenção:
Vacinação e cuidados básicos de higiene são as principais formas de prevenção contra a doença.
A vacina tríplice viral é fornecida ao município pelo Programa Nacional de Imunizações, por meio da Secretaria de Estado da Saúde e está disponível durante todo o ano na Rede Municipal de Saúde. A vacina deve ser aplicada em duas doses a partir de um ano de vida da criança até 29 anos de idade. Pessoas de 30 a 59 anos (nascidos a partir de 1960) devem receber uma dose. Aqueles que não tomaram ou têm dúvidas devem comparecer às unidades de saúde com a caderneta de vacinação. É preciso levar sempre um documento de identificação e se possível o cartão SIM/SUS.
A vacina é contra indicada para mulheres grávidas, pacientes em tratamento de quimioterapia e pessoas com algum problema relacionado a imunidade. Quem já teve a doença pode ser considerado imune.
Outras orientações são evitar aglomerações, manter os ambientes arejados e fazer regularmente a higienização das mãos.

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