Foto: Divulgação Prefeitura de Taubaté

O vereador Joffre Neto (PSB) comemorou a criação da linha circular central gratuita em Taubaté, sugestão dele ao prefeito Ortiz Junior (PSDB) que entrou em funcionamento na última sexta-feira, 7. No entanto, o vereador ressalvou o modelo adotado, que exige o cartão magnético e aceita o embarque do usuário em até duas horas após utilizar outra linha.

“Foi uma conquista parcial. A ideia era uma linha de ônibus realmente gratuita na região central, para atender pessoas com dificuldade de locomoção”, disse o vereador, mencionando que fatalmente todos ficarão idosos e terão certa dificuldade para se locomover.


“Não somos administradores, apenas podemos propor ao prefeito medidas administrativas. É um avanço, mas ainda não é o que tínhamos defendido”, continuou Joffre Neto, exibindo um vídeo no qual o prefeito afirma que a linha gratuita seria instalada no perímetro central, conforme sugestão do vereador.

O ônibus circular sai da rodoviária velha e passa pela avenida Granadeiro Guimarães, ruas Capitão Cirilo Lobato, Antonio Valente da Silva, Vereador Rafael Braga, Marquês do Herval, Dr. Pedro Costa, praça Santa Terezinha, Armando Sales de Oliveira, Silva Jardim, Nancy Guisard, Tiradentes, Benjamin Constant, praça Felix Guisard, Nove de Julho e rodoviária velha.

Para Joffre, a linha gratuita abre espaço para outras conquistas, “Vamos insistir com o prefeito que a linha seja genuinamente gratuita, que esse período de duas horas seja ampliado. Conseguimos algo que não existia e podemos caminhar. Política é a arte do possível em prol do bem comum.”

Tarifa 

O vereador contestou o reajuste da tarifa do transporte coletivo, de R$ 2,70 para R$ 3,30, iniciado dia 7. “Desde 1997 estamos denunciando que a ABC [Transportes] frauda dados para inflar o valor da tarifa em Taubaté.”

Segundo Joffre, em 2013, quando diversas cidades estavam aumentando a tarifa, Taubaté a reduziu para R$ 2,60, auxiliada pela desoneração da Cofins. Ainda assim, estudos do vereador provam que a tarifa poderia ser R$ 2,oo. “Este reajuste continua sendo abusivo e tem que ser combatido”, observou.

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